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Marília terá sessão de filme sobre São Maximiliano Kolbe; morto em campo nazista

Marília terá sessão de filme sobre São Maximiliano Kolbe; morto em campo nazista

Marília terá nesta quarta-feira uma sessão especial de cinema para exibição do filme Duas Coroas, um documentários polonês sobre a história e o legado de São Maximiliano Maria Kolbe, conhecido entre os católicos como o “santo de nosso tempo”, morto em 1941 no campo nazista de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.

A exibição é uma iniciativa de moradores que conseguiram a cópia do filme e a sessão especial no Cinepolis, no Marília Shopping, às 20h.

Duas Coroas combina a recriação de fatos até então desconhecidos com as declarações de especialistas e pessoas que o conheciam e ficaram chocados com suas palavras e ações. A parte documental foi preparada na Polônia, Japão e Itália e entre outros.

Padre missionário franciscano da Polônia, Raimundo Kolbe tornou-se sacerdote, no dia 28 de abril de 1918. Estudou filosofia durante 3 anos, formando-se em 22 de novembro de 1915, na Pontifícia Universidade Gregoriana. Em 22 de julho de 1919, Padre Maximiliano consegue o doutorado em Teologia.

Em 26 de fevereiro de 1930, o Padre Maximiliano parte para a China e Japão, com quatro confrades –  Frei Zeno Zebrowski, Frei Hilary Lysakowski, Frei Sigmund Krol e Frei Severin Dagis.

Francisco Gajowniczek participou da celebração em Maximiliano Kolbe foi canonizado pelo Papa João Paulo II.

Em 17 de fevereiro de 1941, Maximiliano Kolbe foi preso pela Gestapo. Naquele ano foi levado a Auschwitz. Em julho, três prisioneiros conseguiram escapar e como punição dez presos seriam levados para cela subterrânea, privados de luz, água e comida até a morte.

Um dos homens selecionados era Franciszek Gajowniczek, que gritou: “Minha pobre mulher e meus filhos que não os volto a ver”. Sensibilizado, Kolbe oferece-se para ir no lugar do outro homem.

Na cela, Kolbe celebrava a missa e cantava hinos todos os dias. Ele oferecia conforto aos outros presos, encorajava-os, dizendo-lhes que em breve estariam com Maria no céu. Após duas semanas, recebeu uma injeção letal em 14 de agosto, data adotada para celebração de seu dia.

Fundador do apostolado mariano conhecido como “Milícia da Imaculada”, destacou-se pela fundação de uma tipografia onde criou um periódico, uma revista para crianças e outra para sacerdotes, que logo atingiram milhares de exemplares.