A Operação SP Sem Fogo encerrou a chamada fase Vermelha de enfrentamento a queimadas com pelo menos R$ 28 milhões em recursos do Estado.
A maior parte – R$ 18,8 milhões – foi na contratação de aviões, helicópteros e compra de querosene para o combate aos focos de incêndio.
O Estado destinou outros R$ 10 milhões para ações emergenciais e repasse aos municípios para a contratação de caminhões pipa e obras de infraestrutura.
Em ano de recordes com queimadas, inclusive, foi a primeira vez em que a Fundação Florestal e a Defesa Civil contrataram helicópteros.
Durante o período das aeronaves totalizaram 1.598 horas de voo. Lançaram mais de 7,38 milhões de litros de água sobre os focos de incêndio.
A Defesa Civil destinou cerca de R$ 7,9 milhões, enquanto a Fundação Florestal investiu R$ 4,8 milhões. A Secretaria do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística aplicou R$ 2,3 milhões.
Além disso, o Comando de Aviação da PM gastou cerca de R$ 3,8 milhões na compra de combustível e manutenção dos helicópteros Águia.
No dia 14 de setembro, no pico de casos com focos no centro-oeste, norte e Vale do Paraíba, foram 20 aeronaves em uso ao mesmo tempo.
“O cenário exigiu uma enorme união do poder público e da iniciativa privada no enfrentamento às queimadas”, disse o coronel PM Henguel Ricardo Pereira, Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil.